
Tecnóloga em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Valéria Barros, soma em seu currículo ainda, Técnica em Informática e Computer Programming/Programmer pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás. Neste ano, Valéria vai falar na Latinoware sobre uma forma de linguagem de script open source e suas formas de uso. Além de como usá-lo e os vários recursos que ela oferece.
Você é responsável por um grande portal. Fale sobre ele.
Na verdade é uma rede de portais, Brasil Escola, Mundo Educação e outros. No momento dou manutenção e desenvolvi a nova versão de outro que está para ser lançado.
Quantos anos em programação PHP você tem?
São dois anos.
Você sente dificuldade em fazer algo? E, se sim, onde você recorre para tirar essas dúvidas?
Sempre tem. Gosto bastante de usar fóruns como Stack Overflow, e principalmente, amigos. Mas a documentação é bem completa. No php.net dá pra achar quase tudo. Fora as listas de discussões.
Você faz parte de alguma comunidade de SL?
Tem as comunidades, mas tem também os amigos que trabalham ao lado. É importante essa socialização, porque todo mundo tem algo a ensinar. Participo de várias comunidades, mas as principais e as que eu sou mais ativa são as da terra do pequi, como GoPHP, GOWp, PSL e as de eventos, como dia debian, sfd, flisol e FGSL.
Como é seu dia a dia em equipe?
Gosto muito de trabalhar em equipe. Atualmente, trabalho em conjunto com outro programador, cuidamos de toda a parte de tecnologia da empresa, de infra à desenvolvimento. Eu foco mais em desenvolvimento, enquanto ele toma conta das outras, mas dá muito certo.
Já sofreu preconceito de alguma forma no meio tecnológico?
Acho difícil achar alguém que não tenha sentido preconceito de alguma forma, seja sexista ou racial. Na faculdade tive alguns preconceitos sim, mas, nada que abalasse a minha força de vontade. Em todos os momentos que alguém duvidou de mim por ser mulher, apenas mostrei que é justamente por ser mulher que posso ser melhor. E foi o que fiz! Acho que existe uma auto sabotagem feminina, que poderíamos discutir filosoficamente a vida toda. Mas meu conselho (e o que tento seguir) é: se alguém põe em dúvida seu potencial, a única forma de contestar é provando o contrário. Dá certo!